Fundação e trajetória

A história que move o Instituto

Antes de ser uma organização qualificada como OSCIP, o AmiGU foi um gesto de família. É daí que vem tudo o que veio depois.

Marco Riveiros, fundador do Instituto AmiGU, abraçando o sobrinho Gustavo

Sobre o nome

A data de fundação foi escolhida deliberadamente: é o aniversário em que Gustavo Riveiros, sobrinho do fundador, completaria quatorze anos. Gustavo tinha treze anos quando faleceu. A grafia AmiGU incorpora as iniciais do sobrinho.

Marco Riveiros começou a trabalhar aos dezesseis anos em Santos e construiu quase trinta anos de carreira em inteligência de dados, risco e governança de tecnologia. Uniu esse rigor técnico ao compromisso com impacto social real, sem misturar as duas frentes: toda captação do Instituto é reinvestida integralmente nos programas.

Nove anos de registro

Cada ano acrescentou uma capacidade que o anterior não tinha.

+1.000

formados presencialmente desde 2017

+300

voluntários seniores como mentores

+400

protótipos funcionais entregues

+6 mil

famílias impactadas via EAD na pandemia

  1. 2017

    O Instituto começa antes de existir no papel. O laboratório abre em Santos ainda sem personalidade jurídica. O Code in Pizza reúne 200 pessoas. A formação em LEGO, doada a todos os professores do Parquinho Tecnológico da Prefeitura de Santos, gera economia de R$ 200 mil aos cofres municipais.

  2. 2018

    O hackerspace de entrada livre segue em atividade. O Surfando em Bytes forma 50 pessoas em parceria com a Secretaria de Educação. O Hackathon Startup Cidadã, primeira maratona organizada pela casa, reúne 65 competidores.

  3. 2019

    O Instituto nasce formalmente em 19 de março. A primeira edição do Porto Hack Santos reúne 60 jovens em 24 horas, a primeira maratona do setor portuário brasileiro. O Laboratório de IA na UNISANTOS forma 100 jovens de baixa renda, em parceria com a IBM, convocada pelo Instituto. O Hackathon Code of Law reúne 270 participantes, um dos primeiros hackathons de inteligência artificial aplicada à advocacia do Brasil. O Camps 4.0 alcança 1.000 jovens. O Watson on the Beach leva robótica, inteligência artificial e carreira em tecnologia até a Concha Acústica do Canal 3.

  4. 2020

    A pandemia chega e a operação inteira migra para o digital. O Brasil Hack Export reúne mais de 300 competidores em rede nacional remota, com desafios de logística e comércio exterior.

  5. 2021

    Todas as iniciativas educacionais passam a operar integralmente sob o Instituto AmiGU. O Openthon CMS Business Revolution opera sobre sistema financeiro e dados bancários abertos, em rede nacional.

  6. 2022

    O Porto Hack Santos se transforma em Expo Um Porto para o Futuro. Pela primeira vez no setor portuário brasileiro, o palco é só de mulheres, primeira edição com paridade de gênero. 500 mulheres são capacitadas, 10 jovens se formam em inteligência artificial. Nasce o Selo AmiGU Delas.

  7. 2023

    Terceira edição do Porto Hack Santos, paridade de gênero mantida, primeiro selo de carbono neutro em hackathon portuário do país. O Aprendiz do Futuro forma 36 jovens com o CAMPS Santos, 10 contratados ao final.

  8. 2024

    Quarta edição do Porto Hack Santos, tema Inteligência Humana Exponencial, 50 universitários sem experiência prévia aplicam inteligência artificial generativa.

  9. 2025

    O Instituto se qualifica como OSCIP em 28 de março. A quinta edição do Porto Hack Santos reúne mais de 260 competidores em 61 times, já integrada a plataforma própria e a simulador de sistema portuário, com mais de 23.000 avaliações de competência registradas. O piloto do programa Resolvedores roda com o CAMPS Santos.

O próximo ano dessa linha depende de quem se soma agora

Cada edição é gratuita para quem se forma porque alguém decidiu sustentá-la antes.

Ver como participar
Turma do Porto Hack Santos celebrando com os certificados de conclusão